A
tecnologia está mudando o mundo e nos levando para um futuro ainda desconhecido.
Nos próximos anos a inteligência artificial vai excluir centenas de milhares de
pessoas do mercado de trabalho.
A maioria
das pessoas não fazem ideia do tamanho dessa ruptura tecnológica, esta mudança
não será daqui há 200 anos, é uma mudança que já começou e vai se intensificar
demais nos últimos 10 a 20 anos.
A
substituição de empregos por robôs e softs tem sido tema de diversos estudos,
na universidade worfoorum diz que em 20 anos 47% dos empregos terão desaparecidos
dos mercados e não são empregos como motorista, operador de telemarketing, corretores,
mas também médicos, advogados e professores fazem parte desta lista.
Um site
de pesquisa de saúde recebe mais visitas do que todos os médicos dos Estados
Unidos. No mundo das disputas judicias todos os anos 60 milhões de desacordos
de comerciante são resolvidos através de disputas online, ou seja, robôs ao invés
de advogados ou juízes. O Vaticano concedeu a 1° licença digital ao aplicativo
chamado confissão que vai ajudar as pessoas a se preparar para confessar.
Ao olhar
para trajetória da revolução industrial os humanos foram substituídos por maquinas
isso geralmente em trabalhos de baixa qualificação.
E aí, o
que fazer com tanta gente que vai ficar sem emprego? Isso pode acarretar em doenças,
como, estresse, depressão, obesidade e até suicídio vão se agravar ainda mais
diante da falta do que fazer.
Como se
preparar? Quais os empregos do futuro? Detetive de redes? Psicólogo de robôs?
Eu não sei
a resposta e até acredito que ninguém saiba, mas 65% dos alunos hoje que
estudam vão trabalhar em profissões que ainda não existem. Como as escolas e as
universidades se preparam para um futuro complexo?
Uma escola
chamada Minerva, a Universidade do futuro tem o foco em desenvolver as
habilidades comportamentais, as habilidades do futuro não será habilidade técnica,
e sim comportamentais.
O profissional
do futuro precisa saber como pensar e não o que pensar, a maioria das escolas e
universidade nos ensina o que pensar, não como pensar. A velocidade das
mudanças está tão grande que estas habilidades técnicas irão ter um prazo de
validade muito curto. Esse profissional do futuro vai ter até 5 qualificações ao
longo de sua vida e até agir em todas ao mesmo tempo.
O futurista
Alvin Toffler diz que o analfabeto do século 21 não será aquele que não saberá
ler e escrever e sim aquele que não souber aprender, desaprender e a reaprender.
Independente
do que aconteça no futuro nós humanos hoje estamos cada vez melhores em
compreender o cérebro e a inteligência, mas nós estamos evoluindo cada vez
menos a nossa consciência.
As
pessoas confundem a inteligência com a consciência, a inteligência é a capacidade
de resolver problemas, a consciência é a capacidade de sentir. Criam a inteligência
artificial, mas não estão criando à consciência artificial. No ano de 2029 o
computador vai se tornar tão inteligente quanto nós seres humanos e que em 2045
um único computador vai ser mais inteligente que toda humanidade junta.
Porém não
há índice de que estas maquinas se tornem conscientes e com habilidade de
sentir, se isso é o que vai nos diferenciar no futuro precisamos desenvolver
mais nossa convivência humana.
Nos é cobrado
que sejamos o melhor profissional, o mais bem-sucedido, o mais inteligente, o mais
competitivo, mas ninguém nos ensina a lidar com nossas emoções, se não aprendermos
que a nossa felicidade não está em ter, mas em ser. Vamos criar robôs humanos.
Quem será
o profissional do futuro?
Será aquele que desenvolver as habilidades internas.
Liderar é
Despertar

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